quarta-feira, 18 de julho de 2018

PROJETO PEDAGÓGICO: LITERATURA INFANTIL, UMA JANELA PARA O MUNDO

    Olá, compartilho aqui com vocês um Projeto Pedagógico elaborado e aplicado pelas alunas-mestras  Adrieli Almeida e Marivaine Rosa, do Curso Normal do Instituto Estadual de Educação Professor Isaías, para a Prática de Pré-Estágio em Anos Iniciais, sob minha orientação e supervisão.



PROJETO PEDAGÓGICO



Tema: 

Literatura Infantil, uma janela para o mundo.


Eixos temáticos: 

· Envolvendo­­-se com a leitura e dominando a escrita.

· A leitura faz a diferença!


Ano: 3º ano



Justificativa:

          A importância da Literatura Infantil se dá no momento em que a criança toma contato oralmente com ela, e não somente quando se tornam leitores. É através dela que a criança pode conhecer coisas novas, para que seja iniciada a construção da linguagem, da oralidade, de ideias, valores e sentimentos, os quais ajudarão na sua formação pessoal. Justamente por isso o uso da Literatura Infantil como parte integrante do processo de alfabetização é muito importante, unindo-se literatura e alfabetização a criança entra em contato com o mundo letrado não só ampliando seu vocabulário e adquirindo conhecimento, mas principalmente exercitando seu imaginário. 

       De acordo com Cagliari (2000), a literatura é indispensável na escola por ser o meio necessário para que a criança compreenda o que acontece ao seu redor, seja capaz de interpretar diferentes situações e escolher caminhos com os quais se identifica. E, como escreveu Silva (2008) “cabe ao professor dos primeiros anos o papel mais importante, o de despertar o gosto pela leitura, de seduzir o leitor desde os seus contatos iniciais com os livros, antes mesmo que ele seja capaz de decifrar o código escrito”.

        O referido projeto surgiu após a observação da postura dos alunos diante da leitura e escrita percebendo que eles apresentam dificuldades no processo de alfabetização e letramento. Os alunos em questão pertencem a uma turma de 3º ano, do município de Santiago. Partindo desse contexto, pretendemos desenvolver um trabalho partindo da literatura infantil, no qual os alunos apropriem-se da leitura e escrita de forma significativa e prazerosa. 

           Segundo Freire (1998) a interação do sujeito com o mundo em que vive é fundamental para sua formação. Ler e escrever podem ser vistos como condições essenciais nesse processo. A leitura só desperta o interesse quando interage com o leitor, quando faz ressignificações e traz conceitos que se articulam com as informações que já possui. Assim, formar leitores é algo que requer condições favoráveis, não só em relação aos recursos materiais disponíveis, mas, principalmente, em relação ao uso do que se faz deles nas práticas de ler é, também, um modo de produzir sentidos.

           Este projeto visa despertar a sensibilidade e o prazer pela leitura, levando o educando a refletir sobre seus atos, possibilitando que eles participem de situações de comunicação oral e escrita, como contar e recontar histórias, podendo também escrevê-las, modificar e relacionar ideias, interagindo com outros e com o mundo. Ainda, respeitando seus interesses, despertando a criatividade, dando-lhes a mesma oportunidade de tentar novas experiências que resultem em aprendizado, através da fala ou da escrita para assim, poder integrar-se no contexto social em que vivem.




Objetivos:
  • Promover a leitura e escrita em diferentes níveis buscando a consolidação do processo de alfabetização.
  • Propor situações didáticas que abordem diferentes gêneros textuais para que desenvolvam estratégias de leituras eficiente, compreendam e utilizem as regras ortográficas.
  • Identificar as características dos gêneros textuais estudados para que utilizem recursos linguísticos e discursivos na produção textuais.
  • Promover a aprendizagem matemática por meio de atividades lúdicas e diversificada para que construam conhecimentos matemáticos prazerosamente e desenvolvam estratégias de resolução de problemas.
  • Identificar características do sistema de numeração decimal para que utilizem a composição e decomposição de números naturais.
  • Ler, escrever e comparar números naturais de até três ordens, para que estabeleçam relações entre os registros numéricos e em língua materna.
  • Perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente.
  • Desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em suas capacidades afetiva, física, cognitiva, ética, estética, de inter-relação pessoal e de inserção social, para agir com perseverança na busca de conhecimento e no exercício da cidadania. 
  • Conhecer e identificar os diferentes tipos de moradia para que percebam as características e condições de habitação de diferentes grupos sociais.
  • Fazer perceber a paz, a justiça, o amor e a solidariedade são frutos de uma luta diária que começa no interior de cada um de nós. 



Áreas do Conhecimento:
  • LINGUAGEM: Oralidade, Leitura e interpretação textual, Produção de texto, Histórias infantis, Rimas, Dificuldades ortográficas.
  • MATEMÁTICA: Sistema de Numeração Decimal, Adição e Subtração, Leitura, escrita, comparação e ordenação de números de até três ordens, Composição e decomposição de números naturais (até 999).
  • CIÊNCIAS NATURAIS: Seres vivos no ambiente.
  • CIÊNCIAS HUMANAS: Condições de vida nos lugares de vivência (tipos de moradia).
  • EDUCAÇÃO FÍSICA: Corporeidade e brincadeiras.
  • ARTES: Confecções, Recortes e colagem, Pinturas de tinta, Modelagem, Releitura de obras de arte.
  • ENSINO RELIGIOSO: Solidariedade, Partilha e generosidade



Ações didático-pedagógicas:

· Contação de Histórias com livro e palitoches

· Produção de texto coletivo

· Confecção de monstrinho com tinta guachê

· Jogo Matemático: A Boca do Monstro

· Cartaz ilustrado sobre o Material Dourado

· Exploração do Material Dourado

· Confecção de Material Dourado Planificado

· Passeio de observação

· Textos informativos

· Modelagem com argila

· Pinturas, recortes e colagens

· Jogo Matemático: Disco Mágico

· Dobradura

· Dinâmica do Tsuru

· Sequência de cenas

· Dinâmica Animais do Jardim

· Poemas

· Jogo Trilha Matemática no Jardim

· Situações-problema

· Pesquisa e elaboração de fichas técnicas




Avaliação: 

          Será satisfatório se houver a participação da grande maioria dos alunos, envolvendo-se com as atividades propostas. As atividades serão avaliadas através de observação, registros individuais e coletivos. 



Referências Bibliográficas: 

CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização & Lingüística. São Paulo; Scipione, 2000 

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 7. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998. 

SILVA, Vera Maria Tietzmann. Literatura infantil brasileira: um guia para professores e promotores de leitura. Goiânia: Cânone Editorial, 2008. 





PLANOS DE AULA



Realizar diariamente:


- Acolhida 
- Oração 
- Calendário 
- Chamadinha 
- Leitura deleite




AULA 1: 


Situação Orientadora: Contar a história “O monstro que adorava ler” de Lili Chartrand, com o auxílio do livro. 






Questionamentos orais:

- Qual é o nome da história? 

- Quem é o autor?

- Onde se passa a história?

- Onde o monstro morava? 

- O que ele gostava de fazer na floresta? 

- O que ele encontrou depois que assustou a garotinha? 

- O que fez ele despertar o interesse pela leitura?



Registro: Dividir a turma em 2 grupos e entregar para cada aluno uma folha A4. Explicar que com o uso de tinta, canudinho e alguns materiais para enfeite, eles devem criar seu próprio monstrinho. 







Situações-problema: 

1. Monstrinho tinha 153 livros. Perdeu 56 e depois foram comprados mais 76. Quantos livros o Monstrinho ficou? 


2. Uma biblioteca comprou 385 livros de histórias infantis e 233 livros de contos. Já foram lidos 142. Quantos ainda restam para lerem?


3. Na prateleira de uma papelaria há 426 materiais escolares. Deles 120 são lápis, 246 são cadernos e o restante são borrachas. Quantas borrachas há na prateleira?







AULA 2:



Situação Orientadora: Reconto da história pelos alunos com o uso de palitoches. Convidar os alunos que queiram vir fazer o reconto da história da aula anterior. 


Produção coletiva de texto no quadro, explorando a estrutura textual, o uso de parágrafos, pontuação e algumas dificuldades ortográficas. A professora utilizará, como recurso, um texto-base para direcionar a produção.


Hora da matemática: Realizar a brincadeira “A boca do monstro” 

Desenvolvimento: Pedir aos alunos que se organizem um atrás do outro. Em uma caixa de papelão confeccionada de forma que represente a boca de um monstro, com fatos matemáticos, cada um terá 3 chances de acertar a bolinha dentro da boca do monstro. Se acertar, retira um fato surpresa que deverá ser resolvido no quadro e registrado no caderno.








AULA 3:


Situação Orientadora: Apresentar um cartaz ilustrado sobre o Material Dourado, explicando sobre o Sistema de Numeração Decimal e as ordens UNIDADE, DEZENA E CENTENA nele representadas.



Na sequência, formar um círculo, com todos sentados no chão e proporcionar a exploração e manipulação de uma caixa com Material Dourado, retomando a unidade, dezena e centena. 



Questionamentos orais: 
-O cubinho representa quanto? 
- 5 cubinhos representam quanto? 
- Tenho 9 cubinhos, se juntar mais um, qual troca devo fazer? 
- 3 barrinhas mais 7 cubinhos quanto vale? 
- Se eu pegar 9 barrinhas posso juntar mais uma? Então o que devo fazer? 
- Uma plaquinha vale quanto? 


Confecção do material dourado planificado: Cada aluno vai colorir e recortar o seu material, em seguida recebe um envelope, identifica-o com seu nome e deverá guardar o material confeccionado para utilizar nas próximas atividades. 


Entregar para cada criança a cópia de um tapetinho matemático (Q.V.L) e solicitar que realizem a decomposição dos números utilizando o material dourado planificado e registrando no caderno.
                         Sugestão de numerais: 382, 139, 599, 85, 110, 689, 900





Educação Física: 

“A queimada do Monstro” (adaptação da brincadeira Caçador):  Dividir a turma em dois times (verde e amarelo), cada time terá uma cor (verde e amarelo) e seus integrantes usarão uma fita na mão com a referente cor. Um aluno de cada time será o Monstro. Cada time ocupa uma das metades da quadra os monstros as extremidades da quadra no lado do time oponente. Cada monstro joga uma bola no time oponente visando atingir alguém. Se ele a agarra, pode arremessá-la de volta, contra-atacando. Se tem o corpo queimado (atingido), sai da quadra. A partida termina quando um dos times tem todos os componentes queimados.

AULA 4:


Situação Orientadora: Contar a história “O armário do João de barro” de Christina Dias com o auxílio do livro.


Questionamentos orais: 
- Qual é o pássaro da história? Vocês conhecem esse pássaro? 
- Porque ele é chamado de arquiteto? 
- Quais eram as mobílias que tinha na casa do João de barro? 
- Como o João-de-barro conseguiu sua cama? 
- E seu sofá? 
- Sua banheira era como? 
- Como era o armário do João-de-barro? 
- Assim como João de barro vocês reutilizam materiais? 
- O que aprendemos com essa história? 



Realizar um passeio pelo pátio da escola, para ver se conseguimos encontrar uma casinha de João-de-barro, ou alguns objetos que compõe a mobília da casa, conforme a história contada.  


Retornar para a sala de aula e conversar com os alunos sobre algumas curiosidades referentes ao pássaro João-de-barro. Registrando as informações, utilizando ainda, imagens impressas da ave e de sua casa. 

JOÃO-DE-BARRO 

Mede em torno de 18 a 20 centímetros de comprimento e pesa cerca de 50 gramas. Possui o dorso e a cauda marrom avermelhado. O pássaro tem o hábito de procurar seu alimento em baixo de folhas, galhos ou troncos caídos. Sua preferência é por formigas, cupins, larvas, aranhas e outros artrópodes. Para construir o ninho utilizam o barro, a palha e o esterco fresco. Todos os anos constroem um ninho novo, mas às vezes podem reformar um antigo, dependendo da escassez dos materiais. Para entrar na casa é preciso passar por um corredor em forma de “L”, que leva a uma câmara onde a fêmea irá colocar seus ovos. 



Releitura da obra de arte “Passarinho” de Romero Brito. Pintar e colar em um pequeno quadro feito com bandeja de isopor. Enfatizar que a casinha na pintura é um outro tipo de moradia de pássaros.






AULA 5: 


Situação Orientadora: Modelagem em argila da casa do João-de-barro. Em grupo os alunos confeccionarão a casa do João-de-barro, com o uso de argila, e implementando-a com matérias recicláveis que representem a mobília, segundo a história “O armário do João de barro” 



Relembrar as diferentes moradias vista nas histórias que foram contadas durante a semana (gruta, caverna, casa de pássaros). Dialogar sobre os diferentes tipos de moradias, apresentando um cartaz com imagens das mesmas, explorando os tipos de materiais utilizados, os grupos sociais e locais que as utilizam.





Texto sobre os Tipos de Moradia, que será entregue em folha xerocada.




Questionamentos orais: 
- Quais destas moradias vocês conhecem? 
- Quais podemos encontrar na nossa cidade? 
- Onde podemos encontrar os Iglus? Que material é utilizado para fabricação deles? 
- E as palafitas, porque possuem pernas tão altas? 



Jogo matemático “Disco Mágico“, para trabalhar centena, dezena e unidade, adição, subtração, registro e comparação de números. 

Objetivo do jogo: Identificar, comparar e ordenar números verificando o valor relativo que os algarismos assumem de acordo com a posição deles nas ordens das unidades. 



Material: 
– 1 disco-tabuleiro mágico tripartido nas cores vermelha, azul e amarela (pode ser adaptado com pratinhos de aniversário) 
– 6 fichas circulares 
– 1 quadro para registro dos resultados 

Número de jogadores: 4 participantes.

Regras: 
– O disco-tabuleiro mágico e o quadro para registro dos resultados da primeira rodada são dispostos no centro da mesa. 
– Sorteia-se a ordem dos jogadores de acordo com algum critério previamente escolhido.
 – Cada jogador escreve o seu nome no quadro de registro, na coluna Jogador conforme a ordem de jogada. 
– Cada jogador recebe 6 fichas. 
– Na sua vez da jogada, cada jogador lança suas 6 fichas sobre o tabuleiro a uma distância de aproximadamente 30 cm do disco-tabuleiro. 
– Cada ficha que cair na casa amarela vale 1 ponto (1 UNIDADE). 
– Cada ficha que cair na casa azul vale 10 pontos (1 DEZENA). 
– Cada ficha que cair na casa vermelha vale 100 pontos (1 CENTENA).
 – Ganha o jogo quem obtiver a maior pontuação em cada rodada. 
OBS: 1) Cada ficha que cair sobre a linha divisória (entre duas cores) deverá ser reposicionada inteiramente em uma das cores: naquela em que está a maior parte do círculo da ficha. Caso haja dúvidas, a ficha é relançada. 
2) Cada ficha que cair fora do tabuleiro será perdida pelo jogador, que só poderá reutilizá-la na próxima jogada. 
Registro dos Resultados da Rodada: – Em cada rodada, logo após lançar suas fichas no disco-tabuleiro mágico, o jogador anota seu resultado no quadro de registros. 
1º) Na coluna Total de fichas por cor, o jogador deve anotar quantas das seis fichas lançadas ele obteve sobre cada cor. Por exemplo: 1 vermelha, 2 azuis e 1 amarela (supondo que duas fichas caíram fora do tabuleiro). 
2º) Na coluna Total de Pontos, o jogador deve anotar a soma de pontos determinada pelo total de fichas por cor obtidas por ele (100+20+1 = 121 pontos). 
Verificação da ordem dos ganhadores: Para cada rodada, vai se estabelecer uma ordem para os jogadores vencedores (1º, 2º, 3ºe 4º lugares) de acordo com a pontuação que conseguiram: do maior ao menor número de pontos. Assim, essa posição ordinal deve ser registrada na última coluna para a colocação dos ganhadores no pódio. 
Ao final de cada rodada, questionar oralmente: 
-Quem fez mais pontos? E menos? 
-Quantos pontos o 1º colocado fez a mais que o 2º? 
-Qual a diferença de pontuação entre o 3º e o 4º colocados? 
- Quantos pontos o 1º colocado fez a mais que o 4º? 
Registrar os cálculos no caderno.






AULA 6:


Situação Orientadora: Contar a história ”O Pássaro sem cor” de Luís Norberto Pascoal com auxílio do livro.
         Com os alunos assentados no pátio, passar uma caixa surpresa para que, os mesmos, adivinhem o que tem dentro. Após algumas tentativas e dicas (acertando ou não) revelar o conteúdo da caixa, retirando com suspense o livro “O pássaro sem cor”, e outros objetos que serão inseridos na contação da história, tais como: pássaros de EVA nas cores branco, vermelho, verde, amarelo, azul, rosa e colorido.



Questionamentos orais: 
- Por que o pássaro era diferente? 
- Como ele se sentia quando todos o chamavam de pássaro sem cor? 
- Um dia, ele encontrou alguém muito inteligente e capaz de explicar coisas difíceis. Quem era? 
- Qual parte da história foi mais interessante? 
- Quem eram os personagens? 
- Vocês gostaram do final da história ou mudariam o final? 
- Para vocês o que são solidariedade e cidadania? 


Dialogar sobre as atitudes do Pássaro sem cor, ao longo da história, enfatizando a importância da ética, solidariedade, cidadania, respeito ao meio ambiente. 


Realizar a dobradura de um pássaro Tsuru.


Explicar que Tsuru é uma ave sagrada do Japão. É o símbolo da saúde, da boa sorte, felicidade, longevidade e da fortuna.

Solicitar que cada um escreva no seu Tsuru uma palavra que expresse um bom desejo (boa sorte, felicidade, alegria, amor, paz), após deverão trocar de tsurus e cada um lerá o que recebeu.


Atividade de registro sobre a história em folha xerocada, para que completem:



Atividade matemática:




AULA 7:


Situação Orientadora: Retomar a história do dia anterior, “O pássaro sem cor”, através de jogos de sequência com figuras sobre os principais episódios da mesma.
     A turma será dividida em duplas, cada dupla receberá um conjunto de cartelas com ilustrações dos principais episódios da história. A dupla deverá ordenar as cartelas com as ilustrações conforme a narrativa do livro.
       A professora circulará entre as duplas, fazendo intervenções e auxiliando as crianças a retomarem a sequência narrativa. Durante as intervenções, realizará perguntas: “Como começa essa história? E depois o que acontece?”; “Quem está presente nessa ilustração? E o que está acontecendo nessa parte da história? ”



Após, todas as duplas concluírem sua sequência, colarão as figuras numa folha de papel A4.


Produção textual: Em duplas, reescrever a história, a partir da sequência montada na atividade anterior.
     As sequências e produções textuais serão colados em um mural de papel kraft e fixados em sala de aula.


Realizar a atividade referente a dificuldade ortográfica SS:




Resolver uma cruzadinha.




AULA 8:


Situação Orientadora: Desenvolver a dinâmica “Animais do Jardim”.
 Passará entre os alunos uma sacolinha com fichas contendo figuras de animais aos pares (sapo, gato, barata, grilo, caramujo, vagalume, mariposa, formiga). Cada criança sorteia uma figura, após deverá sentar-se com o colega que sorteou a figura do mesmo animal. Se alguma criança ficar sem dupla, sentará em trio com outros colegas.

 Dialogar com as crianças, perguntando:
- Que animal a dupla de vocês sorteou?
- Vocês já viram esse animal? Onde?
- Onde esse animal pode ser encontrado?

 Entregar para cada dupla uma ficha em branco, na qual deverão escrever o nome do animal sorteado, para utilizar na atividade seguinte.



Leitura da poesia “Confusão no Jardim” do escritor Ferruccio Verdolin Filho, que estará escrita num cartaz ilustrado.



Cada dupla deverá vir até o cartaz e fixar a ficha com o nome do seu animal, que estará ilustrado no poema.

 Explorar o nome dos animais do poema, quanto a letra inicial, número de sílabas, dificuldades ortográficas.

 O texto deverá ser lido primeiramente pela professora, apontando palavra por palavra, chamando a atenção da turma para: título, direção da escrita, espaçamento entre as palavras e a organização das ideias.

 Realizar a leitura coletiva.

 Realizar a leitura em duplas por estrofes do poema. 


Questionamentos orais:
- Quem caiu no jardim?
- O que gritou Dona Barata?
- Quem coaxou?
- Qual animal acendeu a lanterna?
- E o gato? O que aconteceu com ele?
- Qual animal desfez a confusão?
- Quais palavras não são conhecidas no texto? (usar dicionário, se necessário)
- Neste texto, há perguntas ou só há afirmações?
- O texto informa alguma coisa?
- Qual é a intenção deste texto? É divertido? É rimado?
- Vocês já leram algum texto como este anteriormente? (do mesmo gênero)



Entregar para cada aluno uma cópia do poema, para que realizam a leitura individual. Após, solicitar que localizem no texto as palavras que apresentam rimas (finais semelhantes), circulando-as com a mesma cor.


Confeccionar os animais da poesia, utilizando cartolina e a imagem xerocada de cada animal. Cada dupla fará o seu animal, através de dobradura, pintura, recorte e colagem.


TAREFA: Cada dupla deverá pesquisar imagens, curiosidades e informações sobre o animal que confeccionou, trazendo para a próxima aula.

AULA 9:


Situação Orientadora: Realizar o jogo matemático “Trilha no Jardim”.

Material:
 Trilha em papel kraft, com ilustrações que retomem a temática Jardim. Cada casa da trilha portará um envelope contendo um desafio matemático. A trilha conterá 20 casas.
 1 dado.
 Marcadores em forma de animais.
Obs: Cada dupla, utilizará como marcador o animal que confeccionou na aula anterior.

Como jogar:
 Uma dupla de cada vez, joga o dado e posiciona seu marcador o número de casas referente ao número sorteado. Deverá solucionar o desafio matemático contido na casa onde parou.
 Caso a dupla pare numa casa já sorteada, deverá passar a vez, permanecendo na mesma.
 Ganha o jogo a primeira dupla que chegar ao final da trilha.



Os desafios matemáticos serão registrados no quadro, cada dupla registra no caderno apenas aqueles que solucionou.


Questionamentos orais:
- Quais são os numerais que aparecem na trilha?
- Gostaram do jogo?


Elaboração de Fichas Técnicas sobre o animal sorteado (conforme dupla e sorteio da aula anterior) e apresentação oral para a turma.


Realizar a atividade matemática:

AULA 10:


Situação Orientadora: Contar a história A Menina que Contava de Fabio Monteiro, com auxílio do livro.


Questionamentos orais:
- O que a menina tinha para contar?
- O que a menina enxergava em todos as coisas?
- Como a menina se chamava?
- O que a mãe fez que ela adorava?
- E vocês gostaram da história?



Aproveitando a história vamos contar um pouco, fazendo algumas atividades de matemática.



Fazer um bingo matemático, onde eles deverão realizar a composição numérica para completar a cartela. Após, todos terem solucionado suas cartelas iniciasse o sorteio dos números, utilizando como marcação um X sobre o numeral. Vence quem completar primeiro sua cartela. Todos ganham balas no final da atividade.



Cada criança registra os números de sua tabela no caderno, escrevendo por extenso.



Educação Física: 
- Circuito psicomotor com bambolês, cones, bastões e colchonetes
- Brincadeiras livres


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